Dra. Larissa Saib · Médica · CRM-SP 221900

Cabelo, pele e cirurgia vistos dentro da mesma história clínica.

Uma prática médica em que diagnóstico, técnica e acompanhamento se encontram para construir decisões proporcionais a cada pessoa.

Foto institucional da Dra. Larissa Saib

Atuação clínica

Três frentes de cuidado, uma mesma forma de decidir.

Na saúde capilar, o trabalho é entender causa, padrão, estágio e evolução antes de decidir por exames, medicamentos, procedimentos ou cirurgia. No transplante capilar, a estratégia precisa considerar não apenas o desenho do dia da cirurgia, mas também a área doadora e o comportamento provável da alopecia ao longo dos anos.

No cuidado com a pele e os sinais do envelhecimento, a lógica é semelhante: avaliar anatomia, pele, movimento, objetivo e contexto antes de escolher uma tecnologia ou um injetável. A intenção é melhorar sem descaracterizar.

Na prática

Áreas de cuidado.

01

Investigação da queda de cabelo, redução de densidade e alterações do couro cabeludo.

02

Tricoscopia integrada à história clínica e ao exame físico quando acrescenta informação à decisão.

03

Planejamento clínico e cirúrgico em transplante capilar.

04

Procedimentos médicos voltados à qualidade da pele e aos sinais do envelhecimento.

05

Uso criterioso de tecnologias e injetáveis, com preservação da expressão e da identidade.

06

Acompanhamento longitudinal e ajustes de conduta ao longo do tratamento.

01

A pergunta certa vem antes da conduta.

A consulta não parte de uma lista pronta de exames nem de um protocolo automático. Parte da pergunta clínica certa.

02

Naturalidade como parâmetro de decisão.

Na pele e na estética médica, a proposta é preservar expressão, identidade e proporções em vez de repetir um modelo de rosto.

03

Acompanhamento também é parte da decisão.

Resposta, tempo biológico e evolução mudam decisões. A estratégia é revisada quando o caso pede.

Dra. Larissa Saib em foto institucional sentada

Conteúdo & ensino

Conhecimento que não termina no consultório.

Para pacientes, o conteúdo ajuda a entender diagnóstico, tratamento e acompanhamento. Para médicos, a educação é organizada em formação longitudinal, análise de casos e desenvolvimento de raciocínio clínico.